RESENHA | If I Stay, por Gayle Forman

if i stay

Quem acompanha o blog e o canal há algum tempo sabe que eu gosto bastante dos romances de Gayle Forman. If I Stay – Se Eu Ficar, aqui no Brasil – é o único livro da autora publicado em solo brasileiro que eu ainda não havia lido. Aproveitei então o início das férias para me dedicar à leitura do livro, minha primeira em inglês.

O livro comove ao levar o leitor a refletir sobre a imprevisibilidade da vida. Sobre como tudo efêmero e pode mudar em questão de segundos. Ao abordar perdas familiares, Gayle Forman coloca o leitor na pele da protagonista e a difícil decisão que precisa tomar.
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Em uma típica manhã de neve no Oregon, Mia e sua família saem com destino à casa de uns amigos. Mas o que era para ser um alegre passeio em família transforma-se em pesadelo em forma de acidente. A vida de Mia jamais é a mesma após este dia.

A história é narrada pelo ponto de vista de Mia e o inesperado acidente ocorre logo nas primeiras páginas do livro. Logo em seguida, o leitor se depara com a protagonista buscando compreender o que está acontecendo a sua volta. Até descobrir que encontra-se em um estado extraordinário em que sua consciência foi separada de seu corpo, agora em coma.

Através de uma narrativa simples e envolvente, a autora apresenta os acontecimentos do presente e do passado de Mia, trazendo a tona as lembranças mais emocionantes da garota. Sua paixão à primeira vista pelo violoncelo. O nascimento do irmão. Momentos com os pais e os avós. Sua primeira grande amizade. Seu primeiro amor. Todas as lembranças de Mia são apresentadas conforme as personagens secundárias envolvidas vão surgindo em sua história do presente.
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O livro, como citado anteriormente, trata de assuntos muito delicados e de maneira bastante sutil. O foco da história, ao meu ver, não está exclusivamente no drama de Mia, mas em sua história de vida. No fato de vermos importância nas coisas mais simples. Da felicidade de Mia resumir-se àqueles a sua volta.

A leitura foi extremamente válida para mim. Me emocionou, me ensinou e me fez refletir diversas vezes sobre a felicidade das pequenas coisas. Me senti realmente leve após finalizar a leitura e acredito que os sensíveis aos dramas leves e bem construídos se sentirão assim também.

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